sexta-feira, 31 de maio de 2013

O país dos “sem-previdência”

Quase metade dos habitantes do país não possui qualquer tipo de previdência ; a partir de 2035, teto da aposentadoria pública será de apenas três salários mínimos.
 
O histórico de mau poupador do brasileiro se tornou uma ameaça ao sonho da aposentadoria tranquila. Quase metade dos brasileiros – 48% – não faz nenhum tipo de contribuição para quando deixar o mercado de trabalho e 42% recolhem apenas para o INSS, segundo o indicador da Serasa Experian de Educação Financeira do Consumidor, lançado no início deste mês. Os conscientes e precavidos, que além da previdência social também contribuem para planos de previdência privada, somam 5% – outros 2% têm apenas previdência privada e 3% não souberam responder.
Em um país que envelhece no dobro da velocidade que foi observada nos Estados Unidos, esses dados são extremamente preocupantes, afirma o especialista em previdência Renato Follador. A origem do problema, segundo ele, é a conhecida falta de educação financeira e previdenciária do brasileiro, que leva à incapacidade de pensar e planejar o futuro. “O maior crime em relação à velhice das pessoas é não orientá-las sobre a necessidade de guardar dinheiro. Qualquer governo com visão estratégica deveria educar sua população para o futuro”, diz.
Diante do aumento da expectativa de vida dos brasileiros, o risco de faltar dinheiro para a aposentadoria por conta da falta planejamento é cada vez maior. Muitas pessoas ignoram essa possibilidade ao longo da vida e se veem obrigadas a continuar trabalhando, mesmo na velhice. Hoje, de cada três pessoas que se aposentam, duas permanecem no mercado de trabalho para poder manter o mesmo padrão de vida, afirma Follador.
Segundo o professor de Finanças da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Pedro Picolli, a idade limite para aderir a um plano de previdência privada a tempo de garantir uma boa reserva para a aposentadoria é com 40 anos. A partir daí, a única solução é promover uma mudança no padrão de vida, diminuindo os gastos e aumentando os aportes mensais.
“Das três variáveis de um investimento – valor, tempo de investimento e remuneração –, o tempo é o que proporciona o melhor resultado. Entre poupar o dobro ou contribuir o dobro do tempo a segunda opção é sempre a mais recomendada, porque a regra dos juros compostos joga a favor de quem poupa mais tempo e não de quem poupa mais ou tem remuneração melhor”, explica Picolli.
De acordo com especialistas, a exemplo do que já ocorreu em outros países, o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) vai ter muita dificuldade para manter o atual padrão de aposentadoria no Brasil e, em hipótese alguma, terá condições de melhorar a previdência social. De 20 salários mínimos na década de 1970, o teto da aposentadoria caiu para os atuais 6,1. “Daqui a oito anos, quem se aposentar com a atual política de aumento do salário mínimo terá direito a cinco salários mínimos. Em 2035, o teto cairá para três salários mínimos, o que deve corresponder a R$ 2.034”, projeta o especialista em previdência.
Rentabilidade depende de revisão anual
Não existe milagre quando se trata de investimento em previdência privada, dizem os especialistas. A lógica é clara: quanto maior o tempo de investimento, menor é o montante a ser aplicado. Por outro lado, quem tem pouco tempo para poupar precisa desembolsar mais. Mesmo quem já possui investimentos dessa natureza não deve descuidar, achando que o futuro está garantido. Esse é um erro que pode custar caro, afirma o superintendente comercial da seguradora Mongeral Aegon, Ednei Cesar de Andrade. Segundo ele, é importante que o investidor acompanhe de perto as mudanças e oscilações do mercado e faça uma revisão anual do seu plano de previdência privada. “Investidor com perfil estático tende a perder boas oportunidades, principalmente porque as modalidades de investimentos são bastante flexíveis e permitem trocas de planos para obter melhores rendimentos.”, diz Andrade. Há cerca de três anos, alguns planos de previdência privada projetavam rentabilidade de 10% a 12% ao ano. Hoje o cenário é outro e a rentabilidade oscila entre 6% e 7%, considerando a soma de aplicações em renda fixa e variável, como as ações da Bolsa de Valores, explica Andrade.
Opções
Diante desse cenário, a saída é pagar mais para manter a projeção futura de retirada do investimento ou diversificar as aplicações. “Existem bons produtos no mercado, mas é preciso pesquisar. Uma boa alternativa para investimento em aposentadoria é o Tesouro Direto”, afirma o professor de Finanças da UFPR, Pedro Piccoli. Segundo ele, os juros que o governo paga para títulos do governo são altos e vantajosos. Além disso, investidores com apetite para o risco não devem deixar de considerar o mercado de ações. A poupança, segundo Piccoli, não é um bom negócio. “A única vantagem da poupança é a questão da liquidez, que não importa muito em investimentos de longo prazo como para a aposentadoria”. Segundo Piccoli, o investidor deve ficar muito atento às taxas de administração e carregamento de alguns fundos de previdência. Em muitos casos esses custos são tão altos que comprometem a rentabilidade do investimento.
 
Sistema falido
Países optam por previdência privada compulsória
Em busca de saídas para incapacidade do seu sistema previdenciário, o Reino Unido vai obrigar os trabalhadores e empresas a contribuírem com a previdência privada. A obrigatoriedade começa a valer a partir de 2017 e é destinada aos trabalhadores com mais de 22 anos que tenham rendimentos de R$ 24.639 por ano. A contribuição será dividida entre o empregador (4%), trabalhador (3%) e governo (1%) por meio de isenção tributária.
A falência do sistema previdenciário é um processo natural em países que vivem a soma do desenvolvimento econômico e evolução demográfica. A diferença é que em países como a Alemanha, Estados Unidos, Japão e Holanda, que já venceram esta fase, a consciência de que é preciso guardar dinheiro para o futuro vai além da teoria, afirma o especialista em previdência Renato Follador, que se diz um defensor da compulsoriedade da previdência privada. “Quando a educação financeira e previdenciária é insuficiente para garantir a economia de dinheiro para o futuro, é preciso recorrer a outros mecanismos”,diz.
 
Precavido
Aposentado continua trabalhando e aposta em fundo privado
Aposentado pelo INSS com 85% do teto de R$ 4.157,05 da aposentadoria, o funcionário da Volvo Celso Castro Nieweglowski sabe que se fosse depender apenas do salário que recebe da previdência social, não conseguiria manter o padrão de vida que conquistou ao longo dos mais de 40 anos de trabalho. Ele é responsável pela área de pós-vendas da Volvo no Brasil e, aos 60 anos, está se aproximando da sua aposentadoria na multinacional. Além de um plano de previdência privada pago em conjunto com a empresa, há cinco anos Celso aderiu a um novo plano do Fundo Paraná, que ele planeja retirar quando completar 65 anos. “Essa preocupação veio de encontro a minha necessidade de ter uma aposentadoria tranquila e manter o mesmo padrão de vida”, diz Celso, que fez os cálculos e concluiu que vai precisar de 70% da sua renda atual para atingir esse objetivo. “Esse tipo de investimento rende mais do que aplicação na poupança ou renda fixa, mas é preciso ficar de olho nas taxas de carregamento e administração e na confiabilidade das empresas que oferecem esse serviço”, recomenda.
 
 

domingo, 26 de maio de 2013

Demorar para planejar aposentadoria sai caro

Adiar o sonho custa caro

Quem demora muito para decidir como garantir uma aposentadoria tranquila compromete, e muito, seu padrão de vida no futuro. Em planos de Previdência Privada, sistema que acumula recursos que garantam uma renda mensal no futuro, especialmente no período em que se deseja parar de trabalhar, as mensalidades ficam mais "salgadas".

 
Por exemplo, uma pessoa que escolhe fazer um plano aos 20 anos de idade terá de desembolsar mensalmente algo em torno de R$ 43. Com 40 anos, esse valor sobe consideravelmente: R$ 244 mensais, levando-se em conta um rendimento de 8% ao ano.
É importante lembrar que as simulações devem ser levadas em conta como referência, já que por ser um investimento de longo prazo, está sujeito a às variações econômicas do período.
Ao escolher o plano que se adapta melhor ao seu perfil, é importante que você fique atento à solidez da instituição escolhida, para evitar problemas futuros.
Em caso de dúvida, pode-se consultar a Susep (Superintendência de Seguros Privados), que tem um serviço de ligação gratuita pelo número 0800-218484. A Susep também pode ser contatada pela Internet.
Outra dica que pode ser valiosa é que o acompanhamento do desempenho da sua aplicação deve ser acompanhado bem de perto. Isso porque, no decorrer do período, você poderá trocar a aplicação para outro tipo de plano, ou mesmo de instituição, sem a incidência de impostos.
De forma geral, os especialistas recomendam que os mais jovens devem optar por planos mais agressivos, que estejam mais vinculados à renda variável. A recomendação é contrária para aqueles que começam a aplicação mais tarde, pois grandes variações podem comprometer o montante final.
Lembre-se sempre que como são valores cumulativos, a decisão de começar cedo é decisiva para que os valores aplicados sejam menores.
 

Fonte: Redação Terra

A Velhice mudou

Estratégias de Investimento em 2013

O que o brasileiro precisa ter em mente na hora de investir? O que devo me preocupar na hora de investir? Qual é meu perfil de investidor? Não deixe de conferir as dicas sobre as estratégias de investimentos no atual cenário econômico no vídeo abaixo:

Como poupar para aposentadoria, proteger sua família de algum imprevisto e ainda obter benefício fiscal?

Um dos principais objetivos de quem procura um plano de previdência é poupar para a aposentadoria e garantir a tranquilidade financeira da família no futuro. Mas, e se algum imprevisto te impedir de acumular os recursos necessários? Você e sua família estarão protegidos? As soluções de planejamento financeiro são cada vez mais eficientes e para equacionar essa questão já é possível adicionar ao seu plano de previdência produtos de proteção financeira.
Como funciona?A ideia é que ao decidir por um plano de previdência, a pessoa possa adicionar coberturas para proteção da família no caso de algum imprevisto, ou contratá-las individualmente. São elas: pecúlio por morte, pensão por prazo certo e renda por invalidez.
Qual a vantagem?O grande diferencial é a possibilidade de contratar no mesmo momento (mesma proposta e único pagamento) produtos complementares, fundamentais no planejamento financeiro de qualquer individuo que deseja segurança e proteção para sua família. A parte destinada a acumulação irá para reserva de previdência e a parte destinada a cobertura de proteção familiar irá custear o pagamento dos benefícios.
Benefício FiscalOutro ponto de destaque é que as modalidades de renda por invalidez e pensão por prazo certo são dedutíveis no Imposto de Renda até o limite de 12% da renda bruta anual, como o PGBL.
 

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Apenas 7% dos brasileiros investem em previdência privada, diz Serasa

Uma pesquisa do Serasa Experian de Educação Financeira do Consumidor indicou que apenas 7% dos brasileiros investem em previdência privada para a aposentadoria. Deste total, 5% contribuem também para o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e 2% somente em previdência privada.
A pesquisa ainda mostrou que 42% fazem contribuições para o INSS, enquanto 48%, ou seja, a maior parte dos entrevistados, não faz nenhuma contribuição para a aposentadoria, mostrando assim, a negligência dos brasileiros em relação às finanças quando pararem de trabalhar.
O novo índice do Serasa, inaugurado nesta semana, é um dos únicos e já o principal e mais detalhado indicador do nível de educação financeira da população brasileira. O estudo entrevistou 2.002 pessoas em 142 cidades de todos os estados do país durante os três primeiros meses do ano.
Para completar a pesquisa, 2% dos entrevistados não souberam responder a pergunta e 1% simplesmente se recusou a participar.
Falta de planejamento
O estudo do Serasa deixou explícita a falta de planejamento financeiro dos brasileiros quando o assunto é aposentadoria, mostrando que eles, em geral, não se preocupam a longo prazo. A pesquisa mostrou também que mesmo quem planeja a aposentadoria, na maioria das vezes, faz isso da maneira errada, como por exemplo, considerando que ela durará apenas 10 ou 15 anos, investindo sem contar com a inflação ou acreditando que os gastos vão diminuir futuramente.
 
Fonte: InfoMoney - Data: 15/5/2013.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

INSS ou previdência privada?

Durante muitos anos ouvimos dizer que o INSS era a melhor forma de previdência que havia e que poderíamos fazer complementarmente uma previdência privada para aumentar nossa renda.
Recentemente, ouvi uma entrevista de um economista nos provocando para refletir sobre qual é a real previdência complementar: a previdência privada ou o INSS?
A reflexão faz sentido pois também já ouvimos dizer que tempos atrás o teto da aposentadoria do INSS era de 10 salários mínimos.
 
Você sabe qual é o teto da aposentadoria do INSS hoje?
Atualmente, o teto da previdência social (INSS) é de R$ 3.467,00, o que corresponde a 6,8 salários mínimos. O gráfico abaixo demonstra que ano após ano o teto do INSS tem perdido seu valor quando comparado com o valor do salário mínimo. Nos últimos 5 anos o teto do INSS caiu em média 0,4 salários mínimos por ano.
  • Se o teto do INSS ainda fosse os 8 salários mínimos que vigoravam em 2006, o teto atual seria de R$ 4.080,00
 A continuar com esta tendência, em que o teto do INSS está se distanciando do valor do salário mínimo, em 10 anos (ano de 2020):
  • Perdendo o equivalente a 0,10 do salário mínimo a cada ano, teremos em 2020 um teto do INSS de 5,8 salários mínimos, o que equivaleria a atuais R$ 2.958,00.
  • Perdendo o equivalente a 0,20 do salário mínimo a cada ano, teremos em 2020 um teto do INSS de 4,8 salários mínimos, o equivalente a atuais R$ 2.448,00.
  • Perdendo o equivalente a 0,30 do salário mínimo a cada ano, teremos em 2020 um teto do INSS de 3,8 salários mínimos, o equivalente a atuais R$ 1.938,00.
 
 
Feita esta análise faço a pergunta: daqui a 10 anos qual será a previdência complementar: o INSS ou a previdência privada? Quem vai complementar quem?
Infelizmente, as estatísticas nos mostram que se não fizermos nós mesmos nossa própria previdência (através de um FAPI, VGBL, PGBL ou uma simples aplicação) teremos dificuldades em nos manter no futuro com o benefício do INSS.
Sua empresa oferece algum plano de previdência privada como benefício? Se sim, faça logo sua adesão. Se não, busque hoje mesmo informações sobre como obter seu plano de previdência complementar.
 
 

terça-feira, 21 de maio de 2013

Aposentadoria deve ser planejada e priorizada a bens materiais

A manutenção e atualização de documentos de automóveis é muito cara e não pode ser priorizada por ser justamente o maior peso no orçamento das famílias. Deve ser considerada a importância de um investimento em previdência privada.

Escolher um plano de previdência exige muita pesquisa

Entre numa agência bancária e diga ao gerente que está procurando um investimento para sua aposentadoria. Provavelmente ele vai lhe apresentar um PGBL ou um VGBL, os modernos planos de aposentadoria. Deixe ele falar sobre as qualidades e vantagens do produto. Mas não precisa prestar muita atenção. Depois que ele terminar, coloque o produto de lado. Provavelmente este não é o produto ideal para atender  suas necessidades.
Então volte-se para ele e diga que você quer o plano de aposentadoria que melhor se encaixa as suas  necessidades e que aqueles dois já estão fora de sua análise. Isso porque há uma enorme chance dele  primeiro apresentar o produto que vai contribuir para que ele consiga alcançar a meta de vendas estabelecida  pelo banco. Comece explicando ao gerente que você entende que ele precisa bater as metas, mas que nesse  caso você também precisa garantir uma aposentadoria confortável.
Parece simples, mas é impressionante o número de investidores que ainda compram os planos errados nas  agências bancárias. Quando disser que quer comprar um plano de aposentadoria, a primeira pergunta que  precisará ouvir de seu gerente é, portanto, esta: você paga ou não IR? Só então é possível escolher entre um  ou outro.
Se você vai ou não utilizar o benefício fiscal embutido nos PGBLs faz toda a diferença na hora de escolher seu plano. Quer dizer, se você paga Imposto de Renda deve optar pelos PGBLs que têm um benefício fiscal de até 12% sobre a renda tributável. Mas se você é isento ou faz a declaração simplificada do IR ou já aplica em algum PGBL até o limite dos 12%, então deve optar pelos VGBLs. Os dois são fundos de investimentos para poupança de longo prazo. Ocorre que quando você resgata do seu  PGBL é tributado sobre o valor total do resgate, obedecendo a tabela progressiva do IR. Num fundo de  investimento comum ou num VGBL, você só é tributado sobre o ganho de capital. Se você utilizou o benefício  fiscal, está fazendo um belo negócio optando pelo PGBL. Caso contrário estará perdendo dinheiro.
A segunda etapa desse processo é um pouco mais complicada. Trata-se do custo desses planos de aposentadoria. São fundos de investimentos e por isso cobram taxa de administração. Mas o problema é que os planos que estão nas prateleiras das agências ainda custam tão caro que praticamente anulam o efeito do benefício fiscal. Por isso, peça ao seu gerente para ir buscar aquele plano que está fora das prateleiras porque só é oferecido aos clientes privates (aqueles que têm aplicações acima de R$ 1 milhão). Os PGBLs e VGBLs também cobram taxa de carregamento, que você paga sempre que faz uma aplicação.
Muita atenção porque hoje já é possível encontrar planos que não cobram taxas de carregamento e que são bem razoáveis na cobrança da taxa de administração. Portanto, vale a pena pesquisar. Lembre-se de que há diversos sites de corretoras on line, seu próprio banco deve ter um, que mostram diferentes fundos e você pode então comparar as taxas e também as performances dessas carteiras.
É provável que alguns investidores encontrem ainda gerentes que vão oferecer títulos de capitalização como uma boa opção de investimento para aposentadoria. Nesse caso nem termine a conversa. Peça para encerrar a sua conta e troque de banco. Título de capitalização não é investimento, é jogo.

Mara Luquet, editora Investimentos e Carreiras e autora do livro Gestores de Fortunas.

Fonte: Valor Econômico - outubro/2003.
 

Fases dos Planos de Previdência Privada


sexta-feira, 17 de maio de 2013

Preparar a declaração de IR durante o ano pode gerar menor taxação

É importante pensar no custo tributário de sua carteira.
Sergio Prates Nogueira Filho, da Icatu Seguros, fala sobre o tema.
 
Deixar para pensar no Imposto de Renda apenas na hora de fazer a declaração de ajuste anual é um erro que pode custar caro aos contribuintes. É importante pensar no custo tributário de sua carteira, porque hoje há alíquotas e tratamento fiscal diferentes para as aplicações. Além disso, quem está pensando no longo prazo pode fazer uma boa economia de impostos.
 
Sergio Prates Nogueira Filho, superintendente da Icatu Seguros, é um especialista no tema e, nesta série de entrevistas ao site do Jornal da Globo, fala de dois erros que os contribuintes brasileiros costumam cometer:
 
1 - Deixar de comunicar mensalmente ao departamento de Recursos Humanos suas aplicações em fundos de previdência;
2 - Fazer declaração simplificada quando na verdade conseguiria um ganho fiscal maior se fizesse a completa.

 Veja a íntegra da entrevista no vídeo.



Saiba como aumentar sua aposentadoria pagando menos impostos

Especialista da Icatu Seguros falou no Jornal da Globo sobre a importância de pensar no custo tributário da carteira de investimentos mensalmente e não apenas no momento da declaração do Imposto de Renda. Deixar para pensar no Imposto de Renda apenas na hora de fazer a declaração de ajuste anual é um erro que pode custar caro aos contribuintes. É importante pensar no custo tributário de sua carteira, porque hoje há alíquotas e tratamento fiscal diferentes para as aplicações. Além disso, quem está pensando no longo prazo pode fazer uma boa economia de impostos. Sergio Prates Nogueira Filho, superintendente da Icatu Seguros, é um especialista no tema e, nesta série de entrevistas ao site do Jornal da Globo, fala de dois erros que os contribuintes brasileiros costumam cometer: 1 - Deixar de comunicar mensalmente ao departamento de Recursos Humanos suas aplicações em fundos de previdência; 2 - Fazer declaração simplificada quando na verdade conseguiria um ganho fiscal maior se fizesse a completa. Veja abaixo a íntegra da entrevista. Assista ao vídeo

Portabilidade na Previdência Complementar (Privada)

Você está sabotando a sua própria aposentadoria?

Você precisa de um plano de previdência ?

A Função Social do Seguro de Vida

VGBL ajuda na sucessão das PMEs

Cada vez mais o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) tem sido contratado por executivos preocupados com o planejamento sucessório das pequenas e médias empresas. Segundo os entrevistados, o produto é uma boa opção porque paga Imposto de Renda (IR) apenas sobre o ganho de capital, no momento do resgate ou no recebimento da renda.
Nesse caso, não há o chamado come cotas, que é o IR cobrado semestralmente nos fundos tradicionais. O Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) não é recomendado nesse caso por causa da tributação. O Imposto de Renda, no momento do resgate, incide sobre todo o valor aplicado.
Segundo Luciano Snell e Sérgio Prates, executivos da Icatu Seguros, a principal vantagem do VGBL é que, por ser um produto de acumulação de renda regulamentado pela legislação de seguro de pessoas, os recursos investidos não entram em inventário. “Com isso, o patrimônio do fundo fica isento do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações (ITCMD)”, ressalta Prates. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, por exemplo, a alíquota é de 4% sobre o total dos bens. Mas há polêmicas em torno dessa interpretação.
A indústria de previdência não tem estatísticas para que se possa ter uma ideia da preocupação das empresas com a sucessão. “Quando o cliente aplica no fundo de previdência, ele não precisa dizer a finalidade”, explica Lúcio Flávio de Oliveira, presidente da Bradesco Vida e Previdência. “Mas sabemos, pelos nossos consultores financeiros, que a procura pelo produto com esse fim tem crescido dia a dia”, afirma.
O executivo Osvaldo do Nascimento, diretor do Itaú Unibanco, está entre os principais divulgadores do uso do VGBL como uma forma de planejamento sucessório. Como é um seguro de vida com capitalização, após a morte do beneficiário, o VGBL deixa de ser um fundo de previdência e passa a valer como um seguro de vida, pago em até 30 dias após a entrega do atestado de óbito. No caso da morte de um dos sócios, o valor recebido do VGBL pode ser usado para comprar as ações na empresa.
“O seguro evita que a empresa sofra alterações de gestão, com a entrada de herdeiros não preparados, ou tenha de recorrer a empréstimos para poder liberar recursos para os herdeiros do sócio falecido”, afirma Nascimento.
Além da vantagem de ficar fora do inventário e de não precisar pagar o ITCMD, os sócios podem escolher a tributação pela tabela regressiva. Com ela é possível postergar o pagamento do Imposto de Renda, que incidirá somente no resgate ou na transferência aos beneficiários no caso de falta do titular.
Os executivos fazem um alerta. É possível designar quem desejar como beneficiário, inclusive determinando, no caso de mais de um beneficiário, a parcela que cada um deverá receber, respeitados os limites legais. “A divisão dos beneficiários dos planos de previdência tem sempre que atender à lei, bastante prescritiva quanto a herdeiros como filhos e cônjuges”, diz Prates, da Icatu.
 
Fonte: Valor Econômico
Por Denise Bueno | Para o Valor, de São Paulo
 
Disponível em: http://tributario.net/www/vgbl-ajuda-na-sucessao-das-pmes/. Acesso em: 17 mai.2013.

Simuladores de seguradoras são boas ferramentas para planejar aposentadoria

É interessante simular o investimento com as ferramentas de mais de uma seguradora, para efeito de comparação. Elas utilizam critérios como o tipo de renda, se existem dependentes, a idade e o gênero do investidor e até a expectativa de vida.

Seguro de Pessoas

No curso de suas vidas as pessoas estão sujeitas a uma série de infortúnios, inclusive relacionados a danos físicos, podendo-se destacar como mais relevantes: a morte, as consequências de um acidente pessoal, a enfermidade grave, a perda do emprego ou o impedimento de exercer a atividade, a invalidez permanente ou temporária, os riscos de enfrentar a velhice em condições financeiras desfavoráveis em relação àquelas usufruídas durante o período laboral, entre outros.
Sistemas públicos universais de seguridade, previdência e assistência social oferecem proteção para essas e para outras situações, mas, em condições que nem sempre suprem as reais necessidades dos indivíduos, em razão de limitações impostas pelos programas governamentais, em especial no tocante à percepção de valores financeiros.
Nesse cenário, são criadas, regulamentadas e prosperam as modalidades privadas de prevenção contra os impactos financeiros negativos relacionados ao enfrentamento desses infortúnios, ou seja, programas de adesão voluntária voltados ao atendimento das necessidades das pessoas de proteção adicional para si ou para terceiros (beneficiários) em relação às inexoráveis consequências desses infortúnios, constituídos e operacionalizados, sobretudo, no segmento de seguros de pessoas, privado.
A propósito, deve-se observar que, por se destinarem objetivamente à proteção pessoal, proporcionando garantias financeiras na hipótese de ocorrência de danos físicos imprevisíveis aos indivíduos segurados, os planos de seguros de pessoas e os de benefícios de previdência complementar aberta são técnica e operacionalmente muito assemelhados. Diferenciam-se, basicamente, em aspectos estruturais relacionados à segmentação dos respectivos produtos, em função das finalidades mais diversificadas e específicas dos primeiros e, sobretudo, em decorrência do tratamento fiscal ao qual sujeitam os consumidores.
O seguro de pessoas, mediante o pagamento do prêmio à sociedade seguradora, tem por finalidade garantir a proteção financeira (capital segurado contratado), caso ocorra o infortúnio por ele coberto.
O prêmio feito para custeio do plano de seguro contratado poderá ser pago de forma única, ou em parcelas periódicas, de acordo com o produto, respectivas coberturas e prazo contratado, inclusive por toda a vida. À seguradora caberá, na hipótese de ocorrência do infortúnio coberto pelo seguro, honrar o pagamento do valor do capital segurado, contratualmente pré-determinado.
Trata-se, portanto, de um importante mecanismo de proteção social, pois contribui, direta ou indiretamente, para minimizar dificuldades que titulares desses seguros e respectivos beneficiários virão a enfrentar caso ocorra o infortúnio ao segurado.

 COBERTURAS DE RISCO

O seguro de pessoas pode oferecer uma variada gama de coberturas de risco, dentre as quais a mais comum, a por morte. Nesse caso, ou seja, quando prevista a cobertura de morte, o seguro se denomina seguro de vida. Essa cobertura garante o pagamento do valor pré-determinado do capital segurado ao(s) beneficiário(s) livremente indicado(s) pelo segurado, caso ocorra seu falecimento, e à falta de indicação dele aos seus sucessores, na forma da lei civil.
 
 
LEIA NA ÍNTEGRA AQUI
 
Fonte: Fenaseg
 
 
 

sábado, 11 de maio de 2013

Dê um plano de previdência para sua mãe

Dar o início da aplicação de presente é pensar no futuro dela. Plano é muito importante, principalmente para as que não trabalham fora.

O planejamento financeiro de suas 'férias remuneradas' que os outros chamam de 'aposentadoria'


"Acabou a hora do trabalho

Começou o tempo do lazer

Vc vai ganhar o seu salário

Pra fazer o que quiser fazer

O que vc gosta e gostaria

De estar fazendo noite e dia

Ler, andar, ir ao cinema,

brincar com seu neném

E até mesmo trabalhar também

Quando quiser, se assim quiser

Se assim quiser, como quiser" 

 
O músico Arnaldo Antunes não vende planos de previdência privada, mas conseguiu traduzir com brilhantismo o real significado da aposentadoria nos dias de hoje na canção "Se Assim Quiser", em seu mais recente disco "Saiba". Fez isso sem recorrer a cálculos e planilhas mirabolantes a respeito de quanto vc poderá ter economizado durante anos uma determinada quantia, aplicada a uma certa taxa de juro.
Esses cálculos são interessantes porque brincam com a imaginação das pessoas. Elas vêem a renda ser multiplicada em segundos, apenas com a mudança de alguns números na planilha eletrônica. O problema é que simulações não passam de simulações. Nada informam sobre os percalços que certamente vão aparecer no caminho.
E, mais relevante do que a própria questão financeira, há um ponto na aposentadoria ao qual poucas pessoas prestam atenção: o impacto psicológico causado pela mudança. Na verdade, a questão financeira até que está bem resolvida, já que hoje o mercado oferece produtos de ponta para o aumento do patrimônio pessoal a longo prazo. Basta comprá-los adequadamente. Já a mudança do modo de vida, isso sim, é algo para se pensar, porque pode aumentar ou diminuir sua taxa de felicidade.
Por isso a música de Antunes é tão interessante. Ela ajuda a refletir sobre o futuro após o cartão de ponto. Os avanços da medicina e a melhora da qualidade de vida têm feito com que as pessoas vivam mais, e provavelmente vc vai passar mais tempo aposentado do que passou trabalhando.
Antunes traduziu a aposentadoria como ela tem de ser, fácil, feliz, concentrando talvez os melhores anos de sua vida. Nada de pijama esperando a visita dos filhos e netos. Nela, com uma renda razoável - lembre-se de que os gastos diminuem nessa fase de vida, vc pode ter tempo para fazer o que quiser, até mesmo trabalhar.
Para alcançar esse estágio superior, planejar é preciso. Não espere o último dia de trabalho para começar sua vida de aposentado, pela festa dos colegas, pela caneta de ouro e a placa de agradecimento da empresa. Se vc não tiver se preparado, pode sair da festa com um travo amargo, sem saber o que fazer a partir do dia seguinte.
Para aproveitar a vida, e da boa, que há além da empresa, vá se aposentado aos poucosPense numa atividade que vc possa ir desenvolvendo, paralelamente ao seu emprego atual, para não começar do zero quando sair da empresa. O importante é que seja algo que vc goste de fazer. Vc pode ser cantor, compositor, ator, consultor, enfim, há um mundo de atividades à sua espera, clamando por seu talento e sua energia.
A primeira imagem que em geral ocore, quando se pensa no assunto, é a de um negócio próprio. Trata-se de uma entre várias opções. Lembre-se de que se essa for sua escolha vc não deve comprometer nela toda a renda de sua aposentadoria. Como diria Lord Byron, assim como o cemitério está cheio de almas bem-intencionadas, muitos negócios promissores não sobrevivem sequer o primeiro ano. Vc pode voltar a estudar, iniciar uma nova carreira ou até mesmo parar de trabalhar. Não se sinta culpado por isso, pois vc conquistou esse direito. Como termina Antunes em sua canção:
 
"Ir de bicicleta ao mercado

Escolher um peixe pro jantar

Encontrar a namorada ou o namorado

Escolher alguém pra visitar

Quando quiser, se assim quiser

Se assim quiser, como quiser"


 
Fonte: Jornal Valor Economico - Mara Luquet - em: 18 out. 2004

 
obs: título da matéria não é o original publicado

Portabilidade


É de opinião unívoca que não se trata de resgate, como prevê o parágrafo 1º do artigo 27 da Lei Complementar nº. 109/2001.[1]
A portabilidade, ou seja, a migração dos recursos entre EAPP ou entre fundos e até para outra EFPP, é uma ferramenta que confere maleabilidade na movimentação do ativo financeiro atuarial. Desde 17 de abril de 2006, se dá essa transferência dos valores por certificação digital por um Sistema de Intercâmbio de Dados Eletrônicos (SIDE)[2] e não via participante como estabelece o parágrafo 2º, inciso I e II da Lei Complementar nº. 109/2001.[3] Desta forma, todo o processo de transferência de recursos fica mais célere. Não há, neste caso, a incidência de IR.      
 As Circulares nº. 338/2007 e a nº. 339, de 31 de janeiro de 2007, determinam que as propostas de PGBL e VGBL, implantadas a partir de 01 de julho de 2007, não têm encargo de saída de 0,38% nem na portabilidade, e nem no resgate. Similar, ao que já acontece com a conta de investimento do mercado financeiro.
Contudo, as propostas de PGBL implantadas antes de 01 de julho de 2007 terão o aludido encargo de saída sobre os valores resgatados; e no caso do VGBL haverá encargo de saída sobre os valores resgatados e portados. Entretanto, com o fim da Contribuição Provisória de Movimentação Financeira (CPMF), partir de 01 de janeiro de 2008, não há mais nenhum tipo de cobrança de encargo de saída, haja vista que o mesmo era utilizado para cobrir despesas da seguradora nesse sentido.
Convém notar, outrossim, que a taxa de gestão financeira só incide na primeira vez que os recursos são portabilizados para outra entidade (aberta ou fechada). Em outras palavras, só incide uma vez na origem. Isso dá maior flexibilidade de movimentação desses recursos.
Outra distinção relevante a ser feita, é a de que o instituto da portabilidade permite ao participante mudar de administrador do plano, sem contudo, alterar a contagem do período de investimento, para efeito do regime tributário regressivo.
 
by Elizabeth Santos, corretora de seguros, especilista em previdência privada



[1] Prevê o art. 27, § 1 da LC 109/01: “A portabilidade não caracteriza resgate.”
[2] O SIDE têm por finalidade dar mais agilidade à portabilidade, isto é, a migração dos recursos entre entidades, e o prazo previsto para a transferência do saldo é de quatro dias úteis.
[3] Prevê o art. 27, § 2, inciso I e II da LC 109/01: “É vedado, no caso de portabilidade: I - que os recursos financeiros transitem pelos participantes, sob qualquer forma; e II – a transferência de recursos entre participantes.”

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Chegada de filhos cria preocupações financeiras em longo prazo

Garantir a faculdade do filho é a principal preocupação para poupar.

Filho pode custar aos pais até R$ 5 mil por mês
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A chegada de um filho traz para os pais alegria e, entre as preocupações, como financiar a faculdade lá na frente.
“A gente fez a festa de casamento que a gente queria, a gente viajou bastante, os dois. A gente não tem dívidas”, afirma a jornalista Fabiana de Freitas. Foi tudo planejado na vida do casal, mas a primeira filha vem ensinar o que é longo prazo.
“Quando a gente ficou sabendo que a Carol está vindo, a gente começou a se preocupar mais em voltar a poupar, voltar a ter uma base financeira bem estável”, diz o empresário Bruno Souza Freitas.
Bebê começa a gastar antes mesmo de nascer, o que assusta. A gente sempre ouviu dizer que filho é investimento. Pois para as finanças dos pais, parece mais um financiamento de longo prazo, com prestações a perder de vista e crescentes. Quanto mais cedo começar a pagar, melhor.
Banho, fralda e mamadeira são o de menos. Plano de saúde, escola particular, cursos extras, roupa, alimentação: um filho pode custar aos pais até R$ 5 mil por mês. Do nascimento aos 25 anos, nada menos que R$ 2 milhões.
“Você tem fases na vida. Quando ele é bebezinho, gasta um pouco por causa de medico. Tem uma fase até cinco, seis anos, em que gasta menos. Aí entra na escolinha, começa um pouco de consumo. Na adolescência, está no ápice do consumo, todas as marcas importantes ele quer e começam as saídas. Aos 18 anos, as saídas custam mais caro, aí tem o carro, faculdade, que é mais caro, todo um círculo de amizades que exigem dele presença e recursos, até que um dia ele case e essa despesa caia um pouco”, afirma William Eid, professor da FGV.
O custo de um filho assusta (veja vídeo), mas nada que um bom planejamento não resolva. Hoje, o mercado brasileiro oferece alternativas de investimentos de longo prazo mesmo para quantias modestas e, quanto antes você começar a se planejar, menor terá que ser seu esforço.
 Uma quantia de R$ 100 mensais, aplicada por 22 anos, em um investimento que tenha um retorno médio de 4% ao ano acima da inflação durante este período, poderá ser suficiente para bancar a faculdade de seu filho. Em uma das simulações (veja abaixo), esta aplicação resultaria em um montante que renderia uma retirada mensal de cerca de R$ 900. Aqui estão os links de algumas seguradoras onde você poderá fazer sua própria simulação:

- Icatu Seguros
 
by Mara Luquet / Renata Ribeiro 
 
                                                                                       

O que é Previdência Privada!

Antes de mais nada é ser ‘previdente’ com a consciência desperta para os principais riscos de uma vida humana rara e preciosa: invalidez por doença, morte e sobrevivência (aposentadoria).  E isso inclui uma proteção pessoal e familiar com acumulação de uma reserva (ativo Y) e seguro de vida. 
Trata-se de uma solução moderna de poupança diferenciada, segura do ponto de vista jurídico e flexível que pode ajudar você a acumular recursos para a realização dos seus projetos futuros e manter o padrão de vida conquistado, com liquidez imediata e sem entrar em inventário.
Dito de outro modo: é um planejamento financeiro-tributário-sucessório de longo prazo e que se adapta ao seu perfil de investidor e às suas necessidades que vão sendo alteradas conforme os diversos ciclos de vida. Sem dúvida nenhuma, indicado a todos cidadãos, especialmente, os profissionais liberais e autônomos.
Vale chamar atenção, para o fato que o INSS, isto é, previdência oficial/governo, está falida e com alto déficit, e, infelizmente, não será mais possível contar com a seguridade social. Hoje, em torno de 70% dos aposentados precebem apenas um salário mínimo.  
Por outro lado, a previdência privada assegura um futuro tranqüilo e com qualidade de vida. Deve ser pensado e planejado independente do patrimônio que já tenha acumulado como: imóveis, carros e outros investimento de curto prazo.
No que tange a acumulação de reserva e dependendo de perfil de investidor poderá ser feito em duas versões:
 
PGBL  - Plano Gerador de Benefício Livre. Para quem declara IR no formulário completo
. Proporciona uma redução no imposto anual a pagar diminuindo sua base de cálculo, até o   limite de 12% da renda anual tributável, conforme legislação vigente; ou ainda aumenta o valor da restituição. Desde que você contribua em paralelo com o regime geral (INSS) ou próprio da Previdência Social.
 
VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre
. Para quem declara IR no formulário simplificado ou é isento. E, ainda, como complemento para  quem ultrapassou o limite fiscal.
 
Ambos são fundos de investimento financeiros exclusivos de ‘longo prazo’, lastreados na previdência privada e com legislação específica – LC 109/2001, com garantia de repasse de 100% da rentabilidade líquida obtida pelo fundo escolhido, que poderá ser conservador, moderado ou composto (renda variável).
Usufruirá ainda de uma importante vantagem tributária prevista em Lei 11.053/2004. Vale dizer, vai pagar menos IR ao Leão ou ter maior restituição. Além disso, nos resgates ou no gozo do benefício terá um regime regressivo de IR a pagar diretamente relacionado ao tempo de permanência de cada contribuição efetuada no plano. A partir do 4 ano, já pagará apenas 25% IR e após 10 anos tão somente 10% IR ao invés de 27.5%.
Há ainda a cobrança de duas taxas: a) taxa de carregamento que recai sobre as contribuições mensais; b) taxa de administração/gestão que incide sobre o saldo da reserva anual diluída diariamente.
 Importante analisar muito bem o impacto dessas taxas supracitadas. Quanto menor for, otimizará a maior o valor acumulado com o mesmo valor de investimento mensal. Faz-se necessário uma pesquisa de mercado nesse sentido devido as inúmeras oscilações cobradas por diferentes seguradoras (independentes ou vinculadas a banco comercial) que vão desde ZERO à 5%.
Quanto a proteção familiar – seguro de vida – são coberturas adicionais que cobrem os principais riscos de morte e invalidez.
Por isso, o grande pulo do gato é você contar com uma consultoria especializada isenta para ajudá-lo a indicar e monitorar tal investimento.
 
by Elizabeth Santos, corretora de seguros, especialista em previdência privada.

 

PGBL X VGBL

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